

BRASIL, Homem, Até dois anos, Portuguese, English, Animais, Informática e Internet, aquarismo
MSN - tannwander@hotmail.com
E cá estou eu, três da manhã, insone, achando esta Paris Hilton um tanto magrinha e me perguntando o porquê, afinal, diabos, de ela estar no meu blog?
Sim, sim, fui eu quem a colocou ai, mas sou eu que não sei o por que^.
Ela não faz o meu tipo.
Tenho uma pilha de pratos aqui na cozinha e nem pra isso.
Vou estudar melhor a decoração deste blog...
Aproveito para convidar vocês a conhecerem um outro blog meu>
Lembranças de um homem da noite http://www.mymemory.com.br
E tem mais, nunca vou perdoar vocês por terem falhado na simples missão de me arranjar um ménage com irmãs gêmeas. :/
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Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que, entre 1996 e 2006, triplicou o número de brasileiras com a primeira relação sexual até os 15 anos Renata Mariz e Paloma Oliveto Da equipe do Correio Um terço das brasileiras têm a primeira relação sexual até os 15 anos de idade. De 1996 a 2006, esse índice triplicou, de acordo com a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher, divulgada ontem pelo Ministério da Saúde. O levantamento mostrou ainda que, com maior acesso a métodos contraceptivos, o número de filhos caiu de 2,5 para 1,8, em média. Mas 45% das mães afirmam que não desejavam a criança no momento em que engravidaram. Queda da mortalidade infantil, aumento de cesáreas, índices de amamentação ainda incipientes e crescimento da obesidade entre as mulheres fazem parte do estudo do governo. Para o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, há muito o que comemorar, apesar de alguns índices "preocupantes". Um dos que contrariam a recomendação do governo federal é o aumento do número de cesáreas - 36,4% em 1996 para 44% em 2006. "Continuaremos com nossas ações no sentido de incentivar o parto normal", afirma o ministro. Por outro lado, um dado alentador está no crescimento do número de mulheres que fazem consultas pré-natal ao menos seis vezes - média considerada satisfatória pelo ministério -, hoje de 77% das gestantes. Já a amamentação na primeira hora após o parto, outra bandeira da pasta, é feita por 43% das mães, índice que poderia ser melhor. Temporão relaciona a redução no número médio de filhos entre as brasileiras à distribuição gratuita de métodos contraceptivos, que atende hoje 21,3% das mulheres. A quantidade de grávidas adolescentes, com apenas 15 anos de idade, entretanto, praticamente dobrou, passando de 3% para quase 6%. Um reforço nas campanhas educativas para esse público foi mencionado pelo ministro, que citou o projeto de máquinas dispensadoras de PRESERVATIVOS, semelhante às de refrigerante, nas escolas públicas a partir do ano que vem. Descuido Não foi por falta de aviso, porém, que Verônica Souza Ribeiro, 17 anos, moradora de Itapuã, no DF, engravidou quando tinha 16. Mãe de João Victor, 3 meses, ela estava namorando há dois anos, quando veio a notícia: o exame de sangue deu positivo. "Eu achava que não ia acontecer comigo. Os professores falavam sobre CAMISINHA e PÍLULA, mas eu não estava nem aí", confessa. Com a chegada do bebê, a vida de Verônica passou por uma revolução. Ela largou a escola, não pode mais sair com as amigas e aprendeu a ter mais responsabilidades. Lídia Driele da Silva Ribeiro, 18 anos, que engravidou aos 17, conta que sempre tomou anticoncepcional. Porém, começou a passar mal por causa do excesso de hormônios e, num descuido, ficou grávida. "Não usamos CAMISINHA. Eu amo minha filha, mas não quero outro tão cedo. Agora aprendi a lição", garante. Já Francisca Janiely Soares Martins, 18, passou pela experiência duas vezes. Aos 16, engravidou da primeira filha. E, há quatro meses, ganhou o caçulinha. "Em nenhuma das vezes eu pensei que fosse engravidar. Eu estava tomando remédio e resolvi trocar de marca. Na troca, acabei engravidando de novo", diz. O mesmo aconteceu com Gabriela Rodrigues da Silva, 18. "Eu parei de tomar a PÍLULA e não sabia que tinha de usar CAMISINHA durante o mês seguinte. Foi descuido mesmo." O uso inconsistente do método, eventuais falhas e a descontinuidade da distribuição de contraceptivos na rede pública de saúde são apontados por Elza Berquó, pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), que coordenou o estudo do ministério, como as explicações para a gravidez indesejada, relatada por 43% das mães brasileiras. Dessas, 28% desejavam o filho para mais tarde e 18% não queriam em momento algum da vida. Homens preocupados A vontade de evitar filhos também tem movido homens a usarem métodos contraceptivos. O número de esterilizações direcionadas a eles pouco mais que dobrou em 10 anos, passando de 1,6% para 3,4%. Para o diretor do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde, esses dados sinalizam uma importante revolução na implementação dos direitos sexuais e reprodutivos no Brasil. Na contramão dos homens, a esterilização por parte das mulheres diminuiu, de 27,3% para 21,8%. Elas encontraram outras formas de prevenir, além de filhos, doenças sexualmente transmissíveis. Quase 13% exigem o PRESERVATIVO masculino, índice que em 1996 não passava de 5%. Entre 1996 e 2006, a taxa de mortalidade no Brasil caiu de 39 mil nascidos vivos para 22 mil. O ministro Temporão atribuiu a queda significativa - que coloca o Brasil como o segundo país do mundo, entre as 68 nações monitoradas pela Organização Mundial de Saúde, que cumpriram a de reduzir a mortalidade antes do prazo - a um acesso maior aos serviços de saúde e investimentos estruturais. "A atenção às crianças, o Programa Saúde da Família sendo ampliado, oferta de saneamento básico aumentando: tudo isso culmina em indicadores melhores", diz o ministro. A atenção às crianças, o Programa Saúde da Família sendo ampliado, oferta de saneamento básico aumentando: Tudo isso culmina em indicadores melhores José Gomes Temporão, ministro da Saúde Obesidade aumenta, fome é reduzida
Rita Ferreira se preocupa com o sobrepeso, embora garanta que não tem qualquer problema de saúde Quilos a mais que o saudável têm se tornado comum entre as mulheres. O excesso de peso, presente em 34,2% das brasileiras em idade fértil no ano de 1996, hoje atinge 43% - um aumento de 25%. No caso da obesidade, o crescimento é ainda maior: 64%. Mulheres obesas que representavam 9,7% da população feminina 10 anos atrás, hoje são 16%. Em realidade bem oposta, moradores de 4,7% dos domicílios do país passam fome - ou estão em situação de insegurança alimentar grave, no jargão acadêmico utilizado no estudo apresentado pelo Ministério da Saúde. Esse número, medido pela Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (Pnad) em 2005, era de 6,1%. "Houve uma melhora no indicador. Mas, mesmo assim, temos um percentual importante no Brasil que passa fome, não podemos negar", alerta a coordenadora do estudo divulgado ontem, Elza Bequó. A Região Norte apresenta o maior número de domicílios onde falta alimentação, 13% do total. A Sul registra o menor indicador, de 2,7%. O levantamento mostra que, quanto maior a escolaridade das mulheres, menor a insegurança alimentar nas residências. "Sabemos que a educação está diretamente ligada à obtenção de renda, ao acesso à informação. Por isso essa relação é tão evidente", explica Reinaldo Guimarães, secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Cintura O cuidado com a silhueta deve ser mais que uma preocupação meramente estética entre as mulheres. A pesquisa mostra que 52,3% da população feminina está com 80 centímetros ou mais de cintura - condição associada a doenças cardiovasculares e diabetes. Os quilos extras ainda não abalaram a saúde de Rita Maria Ferreira, 41 anos, moradora do Paranoá. Ela calcula estar 20kg acima do peso ideal. Mesmo assim, diz que realizou exame de sangue há pouco tempo e que não houve alterações, nem mesmo na taxa de colesterol. Mas conta que gostaria de consultar um nutricionista. "O problema é que é muito caro. E se a gente vai no posto de saúde, fica o dia inteiro, sem conseguir ser atendida." Rita desconfia de que sofre de algum distúrbio hormonal, pois garante que não é de beliscar durante o dia. "Nem gosto de refrigerante e massa", conta. Apesar de dizer que não se importa tanto com o excesso de peso, Rita já fez de tudo para emagrecer. Apelou para dietas mirabolantes, tomou remédios e passou um tempo só à base de shakes dietéticos. "O problema é que, depois, a gente engorda tudo de novo, e em dobro." Sobre medicamentos, ela nem quer mais ouvir falar. "Eu não dormia, foi horrível. Estou pensando em começar a caminhar e me matricular numa academia. Não tem jeito. Para emagrecer, é fechar a boca e caminhar", ensina Rita. (RM e PO)
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Quando minha esposa resolveu viver comigo nós tratamos tudo por celular, em dez minutos. Uma semana depois a casa estava alugada e nós tínhamos nos mudado para ela e estávamos felizes. Mas eu estava muito mal. Vinha de sérios problemas que deflagraram um sem número de transtornos psiquiátricos (eu tinha crises de psicogênese, por exemplo) e foi preciso muito amor por parte dela para suportar com paciência e diligência os meus estouvos. Me deu apoio e suporte, compreensão, perdão, carinho, amor, me protegeu do mundo, que me assolava, e de mim mesmo, que me ameaçava o tempo todo. Lembro-me daquele primeiro ano de convivência como um ano de convalescência. Gosto de pensar em deus tramando coisas. Ele deve ter me dito: “Tu ta enrolado, vou te mandar pra balada sem apoio nenhum, tu só vai se ferrar até o fim da vida pra aprender a ser gente.” E eu vim, cheio de temor. Ai ele disse pra ela. “Na verdade, quem está enrolada é você, porque eu vou fazer vocês se encontrarem quando ele mais precisar, quando não lhe restar mais forças para nada e será você a ajudá-lo a se reerguer, porque para isso eu fiz a Mulher, para apoiar e levantar o homem... Houve um aham na sala, era Gabriel... Bem, eu errei a mão na primeira e na segunda, mas depois acertei a fórmula e esta perfeito. Vou te dar anos de tranqüilidade relativa, mas você vai abusar deles e vai se enrolar mais do que o necessário, mas isoo, mesmo isso, é necessário... Não me faça perguntas. Antes dele e de ti mandei outra, com uma curta missão, mas não menos importante, ele só saberá que ela é conhecida por Fátima, mas não terá certeza disso e por mais que a procure depois, não permitirei que a veja novamente, não nesta vida. A missão dela é encaminha-lo para ti. Ela só dará um empurrão ele, e eu, faremos o resto. Você o amará, pois já amou antes, e ele a amará, porque tem o coração fraco para as mulheres e já te amou algum dia. O que eu quero que saibas é que tudo isso, assim enrolado, tem um Propósito que só sabereis quando voltardes a mim...”
E isso foi tudo. Um encontro marcado, fadado a dar certo. Se hoje eu tenho AIDS. Se hoje eu não ganho nem pro café. Se hoje eu dependo da ajuda de todos para tudo. Se hoje tudo isso me amofina, também é verdade que etes anos, ao lado de minha esposa, eu, que tive mais de 500 mulheres, tem sido os melhores anos de minha vida e eu não os trocaria por nada. Bem amada. Amo-te. Até o fim dos dias. Cau |
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Ainda pela janela eu vejo a mesma casa. Passaram-se quatro minutos da meia noite e as luzes externas estão acesas. Nos varais, apenas uma calça e uma blusa, além de todo o mobiliário. | |||
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Hoje o dia amanheceu lindo:
Há algum nevoeiro na Serra da Cantareira e o ruído dos carros por aqui é muito pequeno. Há pássaros e árvores, só sinto a falta do bem-te-vi... Acho que eles não gostam de dias frios e ficam recolhidos até um pouco mais tarde.
A máquina já está aqui, mas quero acabar meu cigarrinho querido.
Foi se o cigarro e estou como em o silencio dos inocentes... kkkkk Nada como a sensação de ter oxigênio passando pelo seu nariz, de manhazinha, um oxigênio úmido, úmido pela umidade relativa do ar alta desta sala, afinal, tenho um aquário de 200 litros a um canto dela.
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